O poder de Jesus sobre as trevas: curando o menino possuído por um espírito maligno
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Em nossas devoções diárias, estamos examinando cada um dos atos sobrenaturais do Senhor Jesus durante Seu tempo na Terra. Hoje, discutiremos Seu poder extraordinário para libertar um menino de um demônio. Mateus, Marcos e Lucas descrevem diferentes aspectos da cena:
37No dia seguinte, quando desceram da montanha, uma grande multidão o encontrou. 38Um homem na multidão gritou: “Mestre, peço-lhe que olhe para o meu filho, pois ele é meu único filho. 39Um espírito o domina e ele grita repentinamente; ele o lança em convulsões, de modo que ele espuma pela boca. Ele quase nunca o deixa e está destruindo-o. 40Eu implorei aos seus discípulos que o expulsassem, mas eles não conseguiram.” (Lucas 9:37-40).
O desespero do apelo de um pai
Quando Jesus desceu do Monte da Transfiguração, encontrou um pai desesperado. Um espírito maligno invisível atormentava seu único filho. Sempre que o espírito o dominava, tentava matá-lo, jogando-o no fogo ou afogando-o na água: “Ele tem convulsões e sofre terrivelmente. Muitas vezes cai no fogo ou na água” (Mateus 17:15).
Compreendendo a realidade do tormento espiritual
O espírito maligno esperava até que o menino estivesse perto de uma fogueira ou do fogo da cozinha em casa, e então o jogava nas chamas. Queimaduras, arranhões e cortes provavelmente cobriam seu corpo. Da mesma forma, sempre que havia um rio ou um poço, o espírito maligno jogava o menino na água para machucá-lo. Ele nunca podia ser deixado sozinho, nem por um segundo. Deve ter sido uma existência incrivelmente exaustiva e horripilante para a família, constantemente confrontada com atividades demoníacas.
O trauma de um espírito mudo e surdo
Quando Jesus se aproximou, o menino gritou com toda a força dos pulmões (Lucas 9:39). Após o grito, o demônio o jogou no chão em convulsões (Lucas 9:39). Em seguida, ele assumiu o controle das cordas vocais e da audição do menino, tornando-o mudo (Marcos 9:17) e surdo (Marcos 9:25). Além dos gritos aterrorizantes, o demônio impedia o menino de comunicar sua condição. Imagine como a vida era traumática para o menino; ele não podia expressar ao pai o que estava acontecendo dentro dele nem ouvir palavras reconfortantes da família.
Marcos compartilha mais detalhes: “Ele o joga no chão, e ele espuma pela boca, range os dentes e fica rígido” (Marcos 9:18). A palavra grega traduzida como “joga” transmite uma imagem violenta que provavelmente seria bastante assustadora para aqueles que assistiam. Quando trouxeram o menino a Jesus, o demônio o jogou no chão em convulsões. Ele “rolava no chão, espumando pela boca” (Marcos 9:20), rangendo os dentes enquanto ficava rígido como uma tábua. O relato do pai sobre o filho foi além: “Só com dificuldade ele o deixa, maltratando-o ao partir” (Lucas 9:39). Quando o pai descreveu o maltrato, o que você acha que ele testemunhou? Muito provavelmente, ele viu hematomas aparecendo por todo o corpo do menino enquanto o espírito maligno o dilacerava antes de partir, até o próximo ataque.
Discernindo entre doença física e presença espiritual
Não devemos supor que se tratava de um ataque epiléptico, pois Lucas, o autor desta passagem das Escrituras, era médico e tenho certeza de que ele entendia dessas questões. Devemos acreditar na palavra de Jesus quando Ele disse que um espírito maligno causou isso.
Não sejamos ingênuos quanto à presença do mal. O que eles testemunharam foi mais do que um fenômeno físico. O comportamento violento do menino diante dos olhos deles, a espuma na boca, a incapacidade de ouvir, as tendências suicidas e a reação do espírito ao encontrar Jesus devem fornecer evidências suficientes de que não se tratava de epilepsia. Também devemos evitar o erro de acreditar que todos os ataques epilépticos são de origem demoníaca. Os demônios não podem permanecer ocultos na presença de Cristo. Lucas escreve:
42Enquanto o menino se aproximava, o demônio o jogou no chão em uma convulsão. Mas Jesus repreendeu o espírito maligno, curou o menino e o devolveu ao pai. 43E todos ficaram maravilhados com a grandeza de Deus (Lucas 9:42-43).
A grandeza de Deus: libertação e cura instantâneas
Enquanto o demônio jogava o menino no chão, o Senhor falou ao demônio, apesar da surdez do menino: “Mas Jesus repreendeu o espírito maligno, curou o menino e o devolveu ao seu pai” (Lucas 9:42). As cicatrizes, queimaduras e cortes do menino foram curados instantaneamente, enquanto todos observavam. Não é de se admirar que Lucas registre: “Todos ficaram maravilhados com a grandeza de Deus” (v. 43). Eu adoraria ter visto os rostos deles e seu espanto. Espero que haja reprises no céu! O Senhor é tão bondoso. Keith Thomas
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