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Desafiando os críticos: fraude, louco ou Messias?


Continuamos a analisar as afirmações diretas e indiretas que Jesus fez sobre Sua identidade como o Messias e o Filho de Deus. Os críticos que O rejeitam muitas vezes acreditam que Ele é uma fraude ou, pior ainda, um doente mental. Eles afirmam que Jesus estava simplesmente fazendo declarações exageradas sobre Si mesmo, levantando a questão: como podemos confirmar a veracidade de Suas afirmações? Vejamos algumas evidências:


Evidência 1: A autoridade de Seus ensinamentos


Os ensinamentos de Jesus são considerados entre os mais profundos já compartilhados. “Ame o seu próximo como a si mesmo.” “Faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você.” “Ame seus inimigos” e “Ofereça a outra face” (Mateus 5-7).


Bernard Ramm, um professor americano de teologia, disse o seguinte sobre os ensinamentos de Jesus:


“Eles são mais lidos, mais citados, mais amados, mais acreditados e mais traduzidos porque são as palavras mais notáveis já proferidas. Sua grandeza reside na espiritualidade pura e lúcida ao lidar de forma clara, definitiva e autoritária com os maiores problemas que pulsam no peito humano... Nenhuma outra palavra humana tem o apelo das palavras de Jesus, porque nenhum outro homem pode responder a essas questões humanas fundamentais como Jesus respondeu. São o tipo de palavras e o tipo de respostas que esperaríamos que Deus desse.”[1]


Esses ensinamentos poderiam ter vindo de um vigarista ou de um louco?


Evidência 2: O poder de suas obras milagrosas


Alguns afirmam que o cristianismo é enfadonho, mas estar perto de Jesus não seria nada monótono. Em um casamento, Ele transformou água em vinho, e era o melhor que o provador já havia tido (João 2:1-11). Ao comparecer a um funeral, Ele disse para removerem a pedra e desamarrarem Lázaro (João 11:44). Ele também compartilhou um piquenique com cinco pães e dois peixes (Marcos 6:41). No hospital, Ele curou um homem que estava inválido há 36 anos, dizendo-lhe para se levantar (João 5:5). Sua morte sacrificial — dando a vida por Seus amigos — demonstra Seu amor (João 15:13).


Evidência 3: O caráter irresistível de Jesus


Bernard Levin escreveu sobre Jesus: “A natureza de Cristo, nas palavras do Novo Testamento, não é suficiente para tocar a alma de qualquer pessoa com uma alma a ser tocada? Ele ainda paira sobre o mundo, sua mensagem ainda é clara, sua piedade ainda é infinita, seu consolo ainda é eficaz, suas palavras ainda são cheias de glória, sabedoria e amor”.


Em sua autobiografia, The Door Wherein I Went, Lord Hailsham, o Lord Chancellor, descreve o caráter de Jesus e compartilha como a personalidade de Jesus se tornou vívida para ele durante seus anos de faculdade.


A primeira coisa que devemos aprender sobre Ele é que deveríamos ter ficado absolutamente encantados com Sua companhia. Jesus era irresistivelmente atraente como homem... o que eles crucificaram foi um jovem, vital, cheio de vida e alegria, o Senhor da própria vida e, mais ainda, o Senhor do riso, alguém tão atraente que as pessoas O seguiam pelo puro prazer de fazê-lo... o século XX precisa recuperar a visão desse Homem glorioso e feliz, cuja mera presença enchia seus companheiros de alegria. Ele não era um galileu pálido, mas um verdadeiro Flautista de Hamelin, que fazia as crianças rirem ao seu redor e gritarem de prazer e alegria quando Ele as pegava no colo.[2]


Como podemos aplicar essa meditação às nossas vidas?

Lord Hailsham descreveu Jesus como “cheio de vida e da alegria dela”. Mesmo em uma semana difícil, procure um “milagre” de alegria — uma conversa com um amigo, um momento de riso ou uma bela vista. Reconheça que Deus é o autor dessa alegria. Pergunte: “Jesus, se Tu és quem dizes ser, mostra-me o Teu caráter hoje”. Esteja aberto para ver Sua “infinita piedade” ou “sabedoria” se manifestarem em suas interações com os outros. Keith Thomas


Continue sua jornada...

Para mais meditações e estudos diários na Bíblia, clique nos seguintes links:

[1]Bernard Ramm, Protestant Christian Evidence (Moody Press).

[2]Lord Hailsham, The Door Wherein I Went, (Fount/Collins, 1975).

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