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Jesus cura uma mulher aleijada: libertação de uma longa escravidão

  • há 5 horas
  • 4 min de leitura

A mulher encurvada: uma história de sofrimento e fé

Continuamos nossas reflexões diárias sobre os atos sobrenaturais de Jesus enquanto Ele estava entre nós. Lucas relata a história de uma mulher que, hoje, poderia ser diagnosticada com a doença de Marie-Strümpell, uma condição caracterizada pela fusão dos ossos da coluna vertebral. Atualmente, não há medicamentos que possam curar essa condição física. No entanto, neste caso, a doença tinha uma causa espiritual, e não médica. Aqui está a passagem das Escrituras:


Lucas 13:10-16 — Jesus liberta uma filha de Abraão

10Num sábado, Jesus estava ensinando em uma das sinagogas, 11e ali estava uma mulher que há dezoito anos estava aleijada por um espírito. Ela estava curvada e não conseguia se endireitar. 12Quando Jesus a viu, chamou-a e disse-lhe: “Mulher, você está livre da sua enfermidade”. 13Então, ele colocou as mãos sobre ela, e imediatamente ela se endireitou e louvou a Deus. 14Indignado porque Jesus havia curado no sábado, o chefe da sinagoga disse ao povo: “Há seis dias para trabalhar. Venham, pois, e sejam curados nesses dias, não no sábado.” 15O Senhor respondeu-lhe: “Hipócritas! Cada um de vocês, no sábado, não desamarra o seu boi ou o seu jumento da manjedoura e o leva para beber água? 16Então, não deveria esta mulher, filha de Abraão, a quem Satanás manteve presa por dezoito longos anos, ser libertada no sábado daquilo que a prendia?” (Lucas 13:10-16).


Realidade médica versus raiz espiritual: compreendendo a condição

No início da doença, os pacientes frequentemente percebem que inclinar-se para a frente alivia a dor, levando a uma fusão gradual da coluna vertebral até que alguns pacientes fiquem quase dobrados ao meio. Os ossos ficam calcificados, impedindo-os de se endireitar. Essa senhora viveu com essa condição por 18 anos.


Compaixão acima da tradição: por que Jesus curou no sábado

Era um dia de sábado, e os líderes religiosos consideravam a cura no sábado um trabalho proibido por suas regras triviais. Com todos os líderes observando, o que Jesus faria? A mulher sentou-se ali, confiando silenciosamente. Jesus sabia da controvérsia que surgiria se Ele curasse a mulher no sábado, mas Ele valorizava as pessoas mais do que todas as pequenas regras que os líderes religiosos haviam estabelecido. Aqueles que buscavam Seu sangue nunca O intimidaram! Esta passagem é intrigante porque Jesus não a curou; Ele a libertou de um demônio que estava causando sua condição (v. 12). Quando Ele expulsou o espírito, a mulher foi imediatamente libertada de sua doença incapacitante. O demônio não apenas causou essa doença debilitante 18 anos antes, mas também a mantinha espiritualmente presa. Quando Jesus impôs as mãos sobre ela (v. 13), ela instantaneamente se endireitou e começou a louvar a Deus.


Ao ouvir o louvor da mulher, o chefe da sinagoga a repreendeu com raiva, acusando-a de buscar cura no sábado. Que homem frio! Não parece certo que ele supervisione uma congregação do povo de Deus. Não te faz pensar como um homem sem coração e compaixão pode liderar o rebanho de Deus? Ele ficou indignado; que palavra forte a Escritura usa para descrevê-lo. Em vez de se alegrar com a libertação e cura dessa mulher, ele ficou zangado e chateado. O líder da sinagoga não repreendeu o Senhor por curá-la, mas descarregou sua frustração nas pessoas de sua congregação! Essa mulher havia se sentado pacientemente em seu lugar; foi Jesus quem a chamou para se aproximar. Me impressiona como o Senhor foi rápido em defender essa filha de Abraão, uma filha de Deus, dos ataques do maligno.


Lidando com a oposição religiosa à obra de Deus

O inimigo às vezes usa indivíduos religiosos para extinguir o louvor a Deus. Seria de se esperar que um líder da sinagoga fosse um amante das pessoas, mas esse homem não demonstrou compaixão alguma.

Suas palavras revelaram seu coração. Algo belo e que honrava a Deus aconteceu em sua sinagoga, e ele ficou irritado com isso. Por outro lado, vemos como o Senhor é bondoso. Ele encorajou a mulher chamando-a de filha de Abraão, mesmo que ela tivesse acabado de ser libertada de um demônio que a incapacitava há 18 anos. Jesus falou palavras de amor e afirmação a ela. Você consegue imaginar como isso deve ter sido bondoso e reconfortante para a mulher?


Seu convite para a liberdade: clame ao Senhor hoje

O Senhor lembrou ao líder da sinagoga que os animais eram tratados melhor do que o povo do Senhor sob as regras opressivas da liderança judaica. Nenhum homem permite que seus animais bebam na manhã do sábado? Podemos ouvir a compaixão em Sua voz por essa pobre mulher que suportou a cruel escravidão de Satanás por 18 anos. O Senhor acreditava que não deveriam passar mais dias. E você? Não é hora de você ser libertado do que quer que o tenha mantido cativo? Clame ao Senhor de todo o seu coração, e Ele o ouvirá (Atos 2:21). Keith Thomas.


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