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Continuamos nossa série de meditações diárias de 3 minutos sobre o poder sobrenatural de Jesus. Aqui está outro exemplo do poder milagroso de Jesus:


6Em outro sábado, ele entrou na sinagoga e estava ensinando, e havia ali um homem cuja mão direita era atrofiada. 7Os fariseus e os mestres da lei procuravam uma razão para acusar Jesus, então eles o observavam de perto para ver se ele curaria no sábado. 8Mas Jesus sabia o que eles estavam pensando e disse ao homem com a mão atrofiada: “Levante-se e fique na frente de todos”. Então ele se levantou e ficou ali. 9Então Jesus lhes disse: “Eu lhes pergunto: o que é lícito no sábado: fazer o bem ou fazer o mal, salvar a vida ou destruí-la?” 10Ele olhou para todos eles e disse ao homem: “Estenda a sua mão”. Ele assim o fez, e sua mão ficou completamente restaurada. 11Mas eles ficaram furiosos e começaram a discutir entre si o que poderiam fazer a Jesus (Lucas 6:6-11).


Entendendo o milagre na sinagoga

O Senhor Jesus não seguia todas as regras inventadas pelos fariseus sobre o sábado. Naquela manhã, na sinagoga, havia um homem com a mão direita atrofiada. O termo grego descreve algo atrofiado ou murcho, semelhante a uma planta ou fruto seco. Lucas 6:7 menciona que os fariseus e os escribas o observavam atentamente. Eu me pergunto se os fariseus “encorajaram” o homem a ir até lá naquela manhã, na esperança de encontrar um motivo para acusar Jesus de curar no sábado. Jesus estava insatisfeito com as regras restritivas que sobrecarregavam Seu povo e roubavam-lhes a alegria de uma vida simples. Aproveitando o momento, Cristo desafiou Seus oponentes e, mostrando compaixão, curou o homem.


Escolhendo a misericórdia em vez do legalismo

Jesus não o curou imediatamente; em vez disso, pediu ao homem que se levantasse diante de todos e então desafiou as opiniões dos fariseus sobre Deus. Ele questionou: “Pergunto-vos: o que é lícito no sábado: fazer o bem ou fazer o mal, salvar a vida ou destruí-la?” (v. 9). Para Jesus, recusar a cura apenas porque era sábado era cruel e demonstrava mais maldade do que bondade. Ele estava disposto a deixar de lado a tradição e as regras para mostrar misericórdia e compaixão.


Por que os fariseus reagiram com fúria

Os fariseus pouco se importavam com as pessoas comuns; eles retratavam Deus como alguém focado na lei e severo. Jesus não tocou o homem, mas instruiu-o a estender a mão. Enquanto ele fazia isso, o Senhor olhou ao redor da sala, esperando que a congregação encontrasse razão e compaixão (6:10) antes de curar o homem à vista de todos. Com todos observando, a mão do homem ficou completamente curada. Quão furiosos ficaram os guardiões das regras! Onde estava o amor e a misericórdia de Deus dentro deles? Seria de se esperar que eles ficassem maravilhados e cheios de alegria pelo homem com a mão atrofiada. Em vez disso, o grego original revela a fúria dos fariseus: “Mas eles ficaram furiosos e começaram a discutir entre si o que poderiam fazer a Jesus” (v. 11). A palavra “furiosos” os descreve como tendo uma hostilidade impulsiva e exaltada em relação ao Senhor por curar o homem, ao mesmo tempo em que os menosprezava. Não é notável que os fariseus não reconheceram sua hipocrisia e, em vez disso, foram embora com intenções assassinas?


Aplicação espiritual: buscando o coração de Deus

Como crentes em Cristo, devemos ter cuidado para não nos assemelharmos aos fariseus, tornando-nos muito legalistas e perdendo de vista o que realmente importa. Os fariseus estavam familiarizados com a Palavra de Deus, mas não conheciam o Deus da Palavra. Eles valorizavam mais o livro de receitas do que a refeição em si. A Bíblia nos diz como ter um relacionamento vivo com o Deus da Bíblia. Tenhamos o cuidado de buscar o coração do Deus que escreveu o livro. Keith Thomas.


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